14 de Março

Nesta segunda-feira (14), Dia Internacional de Luta Contra as Barragens, movimentos populares escracharam o Complexo Mineroquímico da Vale Fertilizantes, em Cajati (SP). No ato, aproximadamente 800 pessoas protestaram contra os projetos de mineração na região do Vale do Ribeira (SP) e denunciaram a responsabilidade da empresa na morte de 19 pessoas em Mariana (MG).

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, atingidas por barragens saíram às ruas para denunciar a responsabilidade da Vale pela morte de 19 pessoas no rompimento da barragem em Mariana (MG), além do impacto dos aumentos da energia elétrica na vida das mulheres.

por Thiago Alves, do Rio de Janeiro

Fotos: Joka Madruga

Atingidas e atingidos ocupam, desde o início da manhã desta quarta-feira (9), o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), na cidade de Fortaleza (CE). Com mais de 600 pessoas, essa ação faz parte da Jornada Nacional de Lutas do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

No dia internacional da mulher, cerca de 400 manifestantes protestaram na sede da Vale, para denunciar a responsabilidade da mineradora na tragédia ocorrida em Mariana (MG).


No dia internacional de luta das mulheres contra a violência, a polícia agiu com truculência e cinco homens foram presos durante a manifestação das mulheres em Tocantins.

Em Santa Catarina, cerca de 2.500 mulheres protestam contra reforma da Previdência e os altos preços da energia elétrica.

“Contra o conservadorismo na política, na economia e na vida das mulheres”.

Desde o início da manhã desta terça-feira (8), Dia Internacional de Lutas das Mulheres, centenas de atingidas por barragens ocupam a frente dos escritórios centrais da Companhia de Energia do Estado do Paraná (Copel), em protesto contra os abusivos preços da luz.