Via Campesina

O objetivo é promover estudos no processo penal em diálogo com os desafios enfrentados na prática processual de criminalização Movimentos populares


Por Coletivo Nacional de DH da Via Campesina Brasil

Foto: Hilderbrando Andrade

Em entrevista, Leandro Scalabrin, advogado popular do MAB, compartilha as propostas de ações e ressalta a importância de realizar uma atividade como esta na atual conjuntura de criminalização

Participam do Encontro cerca de 60 participantes de 18 países da África, Ásia, Europa e América.

Participam do Encontro cerca de 60 participantes de 18 países da África, Ásia, Europa e América.

O Fórum Social Mundial (FSM) é um espaço importante para construir a unidade dos Movimentos sociais a nível mundial – os que lutam por justiça social, econômica, cultural e política

Da Via Campesina

Nessa quinta-feira (9), a Via Campesina, que reúne diversos movimentos populares do campo, lançou um manifesto contra o governo do presidente interino Michel Temer. O documento elenca as ameaças aos direitos da classe trabalhadora, que os projetos de Temer pretendem concretizar.

 

Confira abaixo texto na íntegra:

 
TEMER AMEAÇA NOSSOS DIREITOS

Ao todo, mais de 3 mil pessoas marcham pelas ruas da cidade de Buenos Aires. O ato partiu da Sociedade Rural e seguiu para a embaixada dos Estados Unidos.


Da Cloc - Via Campesina

 

No encerramento do 6º Congresso Continental da CLOC, organizações do campo reafirmam importância da luta pela reforma agrária e pela construção da solidariedade entre os povos.


No dia 17 de abril de 1996, o sangue de 19 pessoas foi derramado em Eldorado dos Carajás, município brasileiro do estado do Pará. Organizados no Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, os 19 militantes foram mortos quando se mobilizavam em defesa da terra.

Abertura do Congresso Continental da CLOC – Via Campesina reúne 1200 delegados da América Latina e Caribe, em Buenos Aires, para debater os atuais desafios dos povos camponeses.

da Comunicação da CLOC - Via Campesina

“Alguns fogos, fogos bobos, não iluminam nem queimam. Mas outros, outros ardem a vida com tanta vontade que não se pode olhá-los sem pestanejar, e quem se aproxima se incendeia. Que esse congresso sirva para incendiar essa chama.”

Nesta entrevista realizada durante a 5ª Assembleia de Mulheres da Cloc-Via Campesina, a chilena Francisca Rodrigues, da Associação Nacional de Mulheres Rurais e Indígenas (Anamuri), discorre sobre o significado de ser mulher feminista, camponesa e socialista.

da Comunicação da Cloc - Via Campesina