Jirau

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) é solidário com a luta dos povos indígenas e repudia as ações violentas e racistas ocorridas no sul do Amazonas, na região de Humaitá, Manicoré e Apuí.

IBAMA e Santo Antônio Energia pretendiam fazer do evento chamado de “reunião pública”, uma audiência pública para consultar a sociedade sobre a intenção de elevação de 0,80 centímetros de altura da cota de água do reservatório da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio e expansão de mais 6 turbinas ao empreendimento. Distante do centro da cidade, o evento aconteceu dia 18 de dezembro, na Zona Leste de Porto Velho, na Avenida Guaporé às 17 horas.

Foi com muita dor e pesar que recebemos neste último domingo (17) a notícia sobre o falecimento do companheiro Altair Donizete, vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria e Construção Civil de Rondônia (STICCERO).

Em meio às obras em Rondônia, milhares de homens e mulheres se encontram e desencontram, e o dinheiro desaparece com a mesma velocidade que surge, em meio a sexo, violência e ausência dos órgãos públicos 

ENERGIA Conforme os dados anunciados pelo governo no final do ano passado, a meta é construir 34 hidrelétricas na próxima década

Beradeiros são ribeirinhos, pessoas que constroem sua existência no barranco do rio. A reportagem mostra que os beradeiros do Madeira, atingidos pelas obras das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, estão sendo jogados cada vez mais para longe do Madeira.

População atingida de Jaci Paraná exige esclarecimentos sobre compensações sociais de Santo Antônio e Jirau, usinas construídas no Rio Madeira, e informações sobre intenção de aumento de cota da Usina de Santo Antônio.

Approximately thousand five hundred demonstrators returned to occupy the main streets of the city of Porto Velho/RO yesterday evening (June 26). The protest counted with the participation of education workers, trade unions, rural and urban social movements and particularly with the participation of many young people.

No final da tarde de ontem (26), aproximadamente mil e quinhentos manifestantes voltaram a ocupar as principais ruas de Porto Velho/RO. O protesto contou com a participação de trabalhadores da educação, sindicatos, movimentos sociais do campo e da cidade, com muita participação de jovens.

"Today we have our land. We cultivate our vegetable gardens; make flour, gum, and make tapioca. We have chicken, pigs. We have what we need where we live. And we who are staying, we are not sure if we will be relocated, we do not see ourselves leaving and going through the same situation as our comrades who are now in the resettlement. Thank god we have the Movement, where we can involve in the struggle and struggle for our rights. "